domingo, 4 de outubro de 2009


"Inconscientemente, parecia querer buscar em autores, filmes e músicas, algum tipo de consolo. Como se alguém precisasse chegar bem perto do sofá, onde estava, colocar uma das mãos em seu ombro e dizer que aquilo era normal. Que acontecia também com outras pessoas. E que iria passar."
















"Amor não mata. Não destrói, não é assim. Aquilo era outra coisa."

Um comentário:

Mariana N. disse...

aquilo era um terrorista.